Seu filho só ajuda se ganhar algo em troca? Seu filho aceita ajudar um familiar, mas logo pergunta: “O que vou ganhar em troca?”. Essa pergunta revela uma oportunidade educativa importante. É preciso ajudá-lo a compreender que existem atitudes que não fazemos para receber alguma coisa, mas porque nos importamos
“Já fiz a lição de casa! Por que ainda tenho que arrumar meu quarto ou ajudar a pôr a mesa?” Muitos pais já ouviram essa pergunta. Como ajudar os filhos a compreender que a vida familiar não se resume às obrigações e aos interesses de cada um? O primeiro passo
Quem não deseja ser feliz? Trabalhamos, fazemos planos, compramos coisas, buscamos conforto e sonhamos com dias melhores. Mas será que a felicidade chega quando conseguimos tudo isso? Por que, mesmo quando a vida parece seguir tranquila, sentimos que ainda falta alguma coisa? Talvez porque a felicidade não consista simplesmente em
“Não o esqueças: tem mais aquele que precisa de menos. Não cries necessidades” (Caminho, 630). Vivemos numa sociedade dominada pela idolatria do consumo. . A todo momento, somos bombardeados por apelos para adquirir alguma coisa: mais aparelhos eletrônicos, mais viagens, mais carros, mais artigos esportivos, mais roupas, mais, mais, mais...
A integração dos afetos na unidade da pessoa é um tema complexo, porque envolve diversos aspectos da personalidade que precisam ser compreendidos conjuntamente. Uma das dificuldades fundamentais é que, em geral, não sabemos o que significam e como interagem afetos e sentimentos. Ao longo da modernidade (anos 1500 a 1800),
A cultura forma o olhar e o coração. Aqui reunimos reflexões que inspiram hábitos saudáveis, gosto pelo belo, senso crítico e a valorização de referências que engrandecem a vida pessoal e familiar.
O contato com a arte e a cultura é essencial para qualquer pessoa, e deve começar na fase instrucional da
“Desejar saber é uma primeira etapa, mas saber desejar é refinada atitude. Entre um e outro vai a distância do
Um modo de adquirir ou transmitir valores e modelos de conduta encontra-se nas narrativas: histórias familiares, contos, romances… Contar histórias
A vida pessoal virou espetáculo. Redes sociais substituíram relacionamentos reais. Likes tornaram-se sinônimos de valor. Seguidores são, para muitos, símbolo
A família é o ambiente de convívio mais grato para uma criança, pois ali é criada, amada e onde começa
Dialogar é praticar a arte de se aproximar do outro. Diante dos desafios que a convivência multicultural traz à sociedade
Educar é formar a pessoa por inteiro. Nesta área, oferecemos orientações sobre desenvolvimento intelectual, equilíbrio afetivo e firmeza de caráter, sempre com base em fundamentos sólidos e acessíveis.
Seu filho só ajuda se ganhar algo em troca? Seu filho aceita ajudar um familiar, mas logo pergunta: “O que
“Já fiz a lição de casa! Por que ainda tenho que arrumar meu quarto ou ajudar a pôr a mesa?”
Quem não deseja ser feliz? Trabalhamos, fazemos planos, compramos coisas, buscamos conforto e sonhamos com dias melhores. Mas será que
“Não o esqueças: tem mais aquele que precisa de menos. Não cries necessidades” (Caminho, 630). Vivemos numa sociedade dominada pela
A integração dos afetos na unidade da pessoa é um tema complexo, porque envolve diversos aspectos da personalidade que precisam
Para ensinar a pensar é preciso falar à inteligência, apresentando razões, transmitindo ideias, levando à reflexão. Os pais muitas vezes
A família é o primeiro ambiente educativo. Nesta seção, abordamos temas que ajudam os pais a fortalecer vínculos, enfrentar desafios cotidianos e crescer juntos na missão de educar com amor e presença.
Seu filho só ajuda se ganhar algo em troca? Seu filho aceita ajudar um familiar, mas logo pergunta: “O que
“Já fiz a lição de casa! Por que ainda tenho que arrumar meu quarto ou ajudar a pôr a mesa?”
Quem não deseja ser feliz? Trabalhamos, fazemos planos, compramos coisas, buscamos conforto e sonhamos com dias melhores. Mas será que
Para ensinar a pensar é preciso falar à inteligência, apresentando razões, transmitindo ideias, levando à reflexão. Os pais muitas vezes
Vivemos cercados de coisas que reclamam a nossa atenção. O telefone toca, chegam mensagens, surgem novas tarefas, aparecem compromissos inesperados.
Vivemos numa época em que as crianças aprendem muito cedo a falar sobre seus direitos. E isso é bom, pois
As virtudes são o alicerce da formação humana. Nesta seção, mostramos como cultivá-las no cotidiano familiar, ajudando crianças e adolescentes a crescerem com liberdade interior, retidão e alegria.
Seu filho só ajuda se ganhar algo em troca? Seu filho aceita ajudar um familiar, mas logo pergunta: “O que
“Já fiz a lição de casa! Por que ainda tenho que arrumar meu quarto ou ajudar a pôr a mesa?”
“Não o esqueças: tem mais aquele que precisa de menos. Não cries necessidades” (Caminho, 630). Vivemos numa sociedade dominada pela
A integração dos afetos na unidade da pessoa é um tema complexo, porque envolve diversos aspectos da personalidade que precisam
Há uma diferença essencial entre querer o bem e saber realizá-lo: pode-se querer ser justo e não viver a justiça
Às vezes pensamos que formar uma pessoa é transmitir-lhe conhecimentos, princípios e ideias sobre como deve viver. Nesse sentido, uma
Pedagogo
Ari Esteves é um educador, advogado e mediador com vasta experiência em comportamento infantil e familiar. Ele dedica-se a promover o desenvolvimento humano por meio de conteúdos educativos e reflexivos, buscando fortalecer valores e virtudes nas relações familiares.
Ari atuou como mediador de conflitos na área familiar e conferencista em temas relacionados ao comportamento de crianças e adolescentes em diversas instituições.
É autor do livro: “Família em Contos: os Larletos” e editor do Boletim Pedagogia do Comportamento, com conteúdos voltados a pais e educadores.